
Os produtos Natura unem a tradição popular ao uso sustentável de ativos da biodiversidade brasileira, despertando a consciência de que somos parte de uma só natureza e do quanto somos responsáveis por tudo aquilo que nos cerca.

Os ativos de Natura Ekos promovem um encontro com a natureza e a biodiversidade brasileira. Suas fragrâncias evocam a exuberância de suas matas e florestas, a variedade de seus frutos, as qualidades e virtudes de suas raízes e folhas. Mas não só isso. Eles também contam histórias, falam de costumes nacionais, como o gosto por banhos diários e refrescantes, descrevem paisagens do Brasil, religam-nos às tradições orais do interior, narram a vida das populações que souberam preservar os tesouros naturais do país.
Esta sessão tem como objetivo contar um pouco mais sobre a tradição de cada um dos ativos da linha.
Rico em vitaminas, este fruto de rubros tons traz saúde para os povos da floresta… É sinônimo de alimentação, cuidado e sabor. O óleo de açaí contêm um extrato aromático com propriedades emolientes e hidratantes para a pele.
Tida como “um santo remédio para todas as ocasiões”, a árvore de onde se extrai a andiroba (a Andirobeira) permite o uso de sua casca, olhas e óleo das sementes para diversos fins medicinais.
É uma resina de odor natural, agradável e fresco, que nasce do núcleo do tronco de uma árvore de mesmo nome, nativa da floresta Amazônica. Sua fragrância surpreende pelo frescor.
Típico dos Cerrados, tudo se aproveita desse fruto: raízes, caule, palha e polpa. A polpa do buriti é utilizada contra queimaduras e o seu óleo proporciona cosméticos que protegem a pele e possui uma fragrância delicada e refrescante.
Suas sementes são utilizadas, principalmente, na produção do chocolate, mas também são ótima matéria-prima para a fabricação de protetores para os lábios e mãos.
Matinho cheiroso encontrado em cada cantinho do Brasil, também conhecido como capim-santo e chá-de-estrada, tem propriedades calmantes, que reduzem a ansiedade e o estresse.
Também conhecida como castanha-do-pará, a árvore está intimamente ligada à cultura das populações tradicionais da Amazônia. Dela podem ser retirados óleos com qualidades lubrificantes, hidratantes e emolientes.
Originário da região amazônica, principalmente em sua fronteira com o cerrado, o cupuaçu é fonte primária na alimentação das populações locais. De sua polpa cremosa e de sabor exótico são feitos doces e suco, além de poder ser produzido um extrato aromático utilizado para perfumação.
Cultivada do norte ao sudeste do Brasil, o estoraque se adapta à regiões ensolaradas e quentes. A planta passou a fazer parte da vida dos brasileiros por meio dos tradicionais banhos de cheiro.
Originário da Mata Altântica, além de ter sua polpa utilizada como alimento, seu óleo, retirado das sementes é utilizado em cosméticos de textura leve e aroma envolvente.
Com grande poder de adstringência, o mate verde, originário da Mata Atlântica – mais exatamente da região Sul do País –, promove uma suave sensação de frescor na pele.
Árvore perfumada e colorida, nativa da Mata Atlântica, é uma das frutas mais generosas e brasileiras que existe. Sua fragrância fresca celebra a vibração da mata no seu banho.
Seu óleo essencial é extraído de sua raiz, gerando uma pequena quantidade do líquido raro e de aroma único.
Saiba mais, acesse:
www.naturaekos.com.br/pt/biodiversidade/ativos-biodiversidade/
Antes de sairmos para os afazeres cotidianos, costumamos arrumar a casa. Recolhemos o lixo do banheiro e jogamos fora o jornal do dia anterior. Depois do café da manhã, é hora de apanhar a caixa de leite vazia, o coador de café usado, a embalagem de iogurte e as cascas de frutas.
Na sequência, é ainda comum, em grande parte dos lares, juntar esses dejetos de origens tão diferentes em um mesmo saco plástico, amarrá-lo e levar o lixo para longe dos olhos, como se aquilo que você jogou fora, de uma hora para outra, não lhe pertencesse mais.
Mas atitudes que parecem corriqueiras como essas resultam na produção de cerca de meio quilo de lixo por pessoa todos os dias. Esse número chega a triplicar nas regiões de maior poder aquisitivo.
Como não há destinação adequada para tamanha produção, a separação do lixo para reciclagem é indispensável no mundo hoje. A boa notícia é que essa prática depende apenas de cada um de nós.
Será que é reciclável?
Já sabemos que nem tudo que jogamos fora é lixo, mas quando começamos a reciclar, é natural surgirem dúvidas sobre o que fazer com certos materiais. Será que isopor pode ser reciclado? É obrigatório separar cada tipo de lixo em cestos coloridos?
À primeira vista, parece que as respostas a essas perguntas seriam somente sim ou não – recicla ou não recicla –, mas na prática algumas questões são um pouco mais complexas. Veja a seguir soluções para as dúvidas mais freqüentes quando o assunto é reciclagem.
Como saber se o material que estou jogando fora é reciclável?
Hoje em dia, a maior parte dos materiais e embalagens recicláveis já possui o símbolo internacional de reciclagem impresso. O mais comum é um triângulo formado por três setas que seguem no sentido horário, mas cada tipo de material tem um símbolo próprio. Alguns desses pictogramas trazem ainda um número em seu interior, que serve para as indústrias de reciclagem e cooperativas separarem os diferentes tipos de resinas plásticas corretamente. Mas, fique atento: o uso do símbolo não é obrigatório e, portanto, mesmo que o produto não contenha a imagem, ele pode ser reciclável.
É necessário separar cada tipo de lixo em cestos coloridos?
Não. Esse trabalho é feito nos centros de triagem de materiais recicláveis. O importante é separar o lixo orgânico ou úmido dos demais produtos recicláveis, também conhecido como lixo seco. Também é melhor lavar as embalagens antes de descartá-las. Isso diminui o cheiro e melhora as condições de trabalho dos catadores.
Embalagens de isopor podem ser recicladas? E embalagens de alimentos engorduradas?
Embora ainda tenham baixo valor de mercado por serem leves e volumosas, as embalagens de isopor podem ser recicladas. Inclua-as junto com os plásticos. As mais comuns, como as embalagens de eletrônicos, são mais aceitas do que as usadas em bandejinhas de alimentos, que devem estar limpas, sem gordura.
Veja outros exemplos do que pode e o que não pode ser reciclado:
Vidros
Reciclável: copos, potes de produtos alimentícios, garrafas.
Não-reciclável: vidros planos usados em automóveis e na construção civil, espelhos, cristal, ampolas de medicamentos, a maioria das lâmpadas, cerâmica, porcelana.
Cuidados: vidros quebrados devem ser enrolados em papel grosso antes do descarte. As lâmpadas fluorescentes contêm mercúrio, um veneno perigoso, e por isso não podem ser quebradas. Algumas empresas já trabalham com a reciclagem desse material.
Metais
Reciclável: latas de alumínio e de aço, aerossol, embalagens metálicas de congelados, papel alumínio, esquadrias, arames, ferragens, folha de flandres.
Não-reciclável: esponja de aço, clipes, grampos de papel, pregos, lâminas de barbear, latas de tinta ou veneno, pilhas e baterias.
Cuidados: lixo eletrônico como pilhas, baterias e celulares deve ser devolvido em locais de coleta adequados. Embalagens em aerossol são recicláveis, mas é importante retirar todo o gás antes de enviá-las para coleta. Tampas de aço também são recicláveis.
Papéis
Reciclável: jornais, revistas, aparas de papel, cartões, envelopes, caixas de papelão, listas telefônicas, embalagens cartonadas (longa vida).
Não-reciclável: adesivos, etiquetas, fita adesiva, fotografias, papel toalha, guardanapo, papel higiênico, papel de fax, papel engordurado, papel vegetal, papel celofane, papel de bala, papel parafinado, papel plastificado, fraldas descartáveis.
Cuidados: para manter os papéis secos e limpos, você pode separá-los dos demais recicláveis. É melhor desmontar as caixas de papelão para diminuir o volume. No caso das embalagens do tipo longa vida, a reciclagem envolve a separação das fibras de papel, plástico e alumínio que compõem as caixas para o reaproveitamento dos materiais separadamente.
Plásticos
Reciclável: sacolas, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, garrafas PET, canos e tubos de PVC, brinquedos, baldes.
Não-reciclável: acrílicos, tomadas, teclados de computador, espuma, cabo de panela.
Cuidados: para reduzir o volume do lixo, vale amassar as garrafas PET antes do envio para reciclagem.
As embalagens da Natura são recicláveis?
Sim. Mais do que isso, a Natura adota, nos cartuchos de seus produtos, a tabela ambiental, que informa também o percentual da embalagem em que foi utilizado material reciclado pós-consumo, isto é, que já foi utilizado em algum produto e foi reprocessado.
Projeto de Reciclagem de Produtos Natura
Desde 2007, o Projeto Reciclagem de Produtos Natura incentiva nossas Consultoras a gerar transformação em vez de lixo. Isso porque, com um gesto simples, elas cuidam do meio ambiente ao mesmo tempo em que contribuem para a inclusão social de quem vive da coleta do lixo reciclável.
Ele já conta com o envolvimento das Consultoras de Recife (PE), de algumas regiões de São Paulo (capital e interior), Salvador (BA), Vitória (ES) e, em março de 2010, chega a localidades do Rio de Janeiro.
Nesses locais, nossas Consultoras recolhem voluntariamente as embalagens vazias dos produtos Natura de seus clientes, separam as suas próprias embalagens, revistas antigas e caixas de produtos, e as entregam para as transportadoras parceiras, que também atuam de forma voluntária.
O material é retirado pelas cooperativas de catadores parceiras, que pesam, separam, descaracterizam e vendem os materiais para a indústria de reciclagem.
O crescimento do material recolhido, do número de participantes e o fortalecimento das cooperativas ao longo dos anos mostram que estamos no caminho certo. Veja o resultado desde o lançamento do projeto, em fevereiro de 2007, até dezembro de 2009:
Se você reside em uma das cidades onde o projeto já foi implantado, não deixe de encaminhar as suas embalagens vazias de produtos Natura para a sua Consultora ou Consultor. Caso contrário, busque outras formas de adotar a reciclagem no seu dia a dia e procure postos de coleta próximos a sua casa.

Você sabia que cerca de 30% de todo o lixo que produzimos é composto por materiais recicláveis, como papel, embalagens, vidro, plástico e latas de alumínio? Separar esses itens do nosso lixo comum é algo que não exige muito tempo nem habilidade, mas traz inúmeras vantagens para o meio ambiente, a economia e a sociedade no geral. E pode viabilizar um futuro mais saudável às futuras gerações.
O processo de reciclagem ajuda a reduzir a poluição ambiental e o volume do lixo que vai para os aterros sanitários, diminuindo, inclusive, o custo de coleta pública. Com o dinheiro economizado pelo governo, sobra mais verba para outros investimentos importantes, como saúde e educação.
Além disso, a reciclagem possibilita que materiais, antes considerados “vilões da natureza”, como o plástico, por exemplo, que demora mais de 100 anos para se decompor no meio ambiente, ganhem uma segunda vida quando convertidos em novos produtos. É o caso da garrafa PET que, ao ser transformada em fibras, dá forma a sapatos e roupas ecologicamente corretos.
Juntam-se aos ganhos ambientais e econômicos os benefícios sociais da reciclagem. Isso acontece porque os materiais recicláveis são encaminhados para centros de triagem de cooperativas de catadores, que ganham mais oportunidades de trabalho e uma alternativa de renda familiar, sem precisar perambular pelas ruas vasculhando lixos.
Nossa colaboração
Desde 2007, o Projeto Reciclagem de Produtos Natura incentiva nossas Consultoras a cuidar do meio ambiente e contribuir para a inclusão social de quem vive da coleta do lixo reciclável. Ele já conta com o envolvimento de mais de 13,5 mil Consultoras em Recife (PE) e algumas regiões de São Paulo (capital e interior) e vem sendo ampliado cada vez mais.
Nos locais onde o projeto já existe, nossas Consultoras recolhem voluntariamente as embalagens vazias dos produtos Natura de seus clientes, separam as suas próprias embalagens, revistas antigas e caixas de produtos, e as entregam para as transportadoras locais, que também atuam de forma voluntária.
Essas transportadoras encaminham o material às cooperativas de catadores parceiras, que pesam, separam, descaracterizam e vendem os materiais para a indústria de reciclagem. Ou seja, o que antes era lixo se transforma em geração de renda para muitas famílias e desenvolvimento social para todos os envolvidos.
Veja o resultado do projeto em pouco mais de 2 anos de existência (até dezembro de 2008):
Você também pode fazer a diferença!
Separar o lixo e encaminhá-lo para reciclagem é uma importante contribuição para melhorar o futuro do planeta. Mas há também outros hábitos de consumo consciente. Confira algumas sugestões:
Para saber mais:
www.movimentodoscatadores.org.br
www.cempre.org.br
www.akatu.org.br




Valorização da cultura e da biodiversidade do Brasil
Ganham a cultura e a biodiversidade brasileira, que são valorizadas pelos sabonetes Natura Ekos.
Natura Ekos reconhece e valoriza a importância do patrimônio natural e cultural brasileiro e do conhecimento tradicional para conservação da cultura brasileira e da biodiversidade.
Somos uma marca Brasilianista, que estuda, conhece e se inspira profundamente no nosso país, convidando a todos a redescobrir o Brasil através dos nossos produtos.
Resgatamos, valorizamos e difundimos as tradições e manifestações culturais brasileiras. Reconhecemos o valor e as histórias de cada ativo e das pessoas que se relacionam com ele. Desta forma, deixamos esta cultura permanentemente acesa.
Somos pioneiros em um modelo de negócios sustentável, com práticas inovadoras de relação com comunidades tradicionais e repartição de benefícios por Patrimônio Genético e Conhecimento Tradicional. Por ser de vanguarda, esse modelo abre caminhos desconhecidos com erros e acertos. Por isso, a transparência é fundamental, bem como o compromisso de constante aprendizado e evolução.
Saiba mais:
http://dev.naturaekos.com.br/pt/naturaekos/cadeia-sustentavel/

No ano em que a linha Natura Ekos completa 10 anos, a marca inaugura o seu maior projeto de sustentabilidade: os novos sabonetes de murumuru, cupuaçu, maracujá e cacau, com 20% a 50% de óleo da biodiversidade brasileira, extraídos de ativos comprados de oito novas comunidades. Com isso, a empresa passa a beneficiar mais 263 famílias – além das 1.714 que já são parceiras da empresa – e dobra os recursos financeiros revertidos por ano.
Com essa iniciativa, além de valorizar os ativos da biodiversidade, mantendo a floresta em pé, aumenta a preocupação com as comunidades parceiras, com quem, nós da Natura, nos relacionamos de forma ética e justa.
O aumento da concentração de óleos, chegando a 20% a 50%, significa conseguir criar sabonetes únicos nos formatos e nas sensações que despertam na pele. Os novos sabonetes valorizam a nossa cultura e preservam espécies da nossa floresta.
Para chegar nesse resultado, a Natura levou cerca de dois anos, entre mapeamento das comunidades, capacitação, articulação de parcerias e desenvolvimento dos produtos. São oito novas comunidades: Camta colhe cupuaçu e maracujá; Caepim, Jauari, Coomar, Cofruta, Cart e Santo Antônio do Tauá fornecem murumuru; e Copoam, cacau. Todas as comunidades fornecedoras de ativos para os novos sabonetes priorizam sistemas de manejo agroflorestal e de baixo impacto ambiental.
O cacau utilizado nos sabonetes vem de plantação orgânica certificada, e o maracujá, do reaproveitamento do resíduo da fabricação de suco. Com a utilização do cupuaçu nos novos sabonetes, preservam-se 100 km² de Floresta Amazônica. Já o murumuru conserva 3 mil árvores em pé.
Garantir que os ativos sejam extraídos e cultivados de forma sustentável ao longo de toda a cadeia exige conhecimentos específicos e articulação de parcerias com comunidades, cooperativas, ONGs, centros de pesquisa e órgãos do Governo. É um processo complexo, mas que a Natura faz questão de cuidar de perto, gerando um resultado em que todos ganham: natureza, comunidade, consumidores e consultores.
Para esse lançamento, a Natura buscou na natureza ativos que refletissem as principais características buscadas pelos brasileiros em um sabonete: espumação, consistência, maciez e emoliência. Os ativos escolhidos –murumuru, cacau, cupuaçu e maracujá – trazem cada uma dessas experiências sensoriais. O respeito às características principais de cada ativo também está refletido no formato de cada sabonete.
A inovação não chega apenas em formatos e qualidades sensoriais. Com altas concentrações de óleos da biodiversidade brasileira, os sabonetes Natura Ekos formam uma camada protetora na pele, não ressecando e deixando-a macia. O sabonete em pasta de maracujá, por exemplo, forma uma camada protetora seis vezes mais espessa que a dos sabonetes comuns.
Contém 20% de manteiga de murumuru, que o torna mais espumante e com rendimento maior. Por isso, ele vem em lascas – com apenas uma lasca, é possível lavar as mãos.
Os 20% de manteiga de caca,u que fazem parte da sua formulação, deixam o sabonete muito mais consistente, e, por isso, ele vem em gomos, que podem ser destacados à medida desejada.
Com 20% de manteiga de cupuaçu, este sabonete fica mais macio, permitindo que seja fatiado. Ele vem em uma prática barra, que permite usar o sabonete no tamanho desejado.
A emoliência está presente neste sabonete. Inserindo-se 50% de puro óleo de maracujá, ele se transforma em uma pasta cremosa com consistência ideal para ser usado com esponja, para limpar e esfoliar a pele.
Revista Natura Digital:
http://www2.natura.net/web/br/revistanat
Saiba mais no website de lançamento www.naturaekos.com.br/sabonetes


Na cozinha
Com esse simples gesto, você economiza muito. Quer um exemplo? Lavar a louça com a torneira meio aberta durante 15 minutos utiliza 243 litros de água. Com o controle na torneira, o consumo pode cair para 20 litros. No final do mês, você terá economizado 13,5 m3 ou o consumo médio mensal de uma família de 4 pessoas!
Saiba mais:


A linha Ekos sempre valorizou os ativos brasileiros e a cultura de nossos povos.



Caros clientes Natura
Depois conte se gostou do resultado.








Quando retiramos a roupa do recém-nascido, ele costuma chorar. Tão habituado com o pouco espaço no ventre materno, ele se sente perdido ao sentir o seu corpinho solto no espaço e com frio.
De repente uma mágica acontece: ao colocá-lo na água morna, seu rosto demonstra o imenso prazer de reavivar na memória os tempos em que vivia dentro da placenta.
Algumas mais, outras menos, criança adora água. E o contato diário com este elemento da natureza é na hora do banho. Um momento rico de cuidado com o corpo, que pode vir acompanhado de histórias, brincadeiras e até de ensinamentos para toda a vida.
O consultor do Programa de Uso Racional da Água (PURA) da Sabesp, Ronaldo Gonçalves, acredita que cabe aos pais conscientizar as crianças sobre a importância da economia da água, um bem tão precioso para a vida no planeta.
“Com pequenas atitudes, podemos ajudar a reduzir o desperdício de água durante o banho e ainda manter um clima de diversão, ensinando as crianças que é muito importante cuidar do nosso corpo sem descuidar do futuro”, afirma.
Aprendendo a economizar
O primeiro passo é reduzir o tempo do banho. O recomendado pelas organizações internacionais é que não passe de 6 minutos. “O tempo médio do banho dos brasileiros, contudo, é de 15 minutos e isso sem fechar a torneira. Um banho desses, com ducha e em apartamento, consome 243 litros de água! Reduzindo o tempo para 5 minutos e fechando a torneira, o consumo cai para 81 litros”, exemplifica o consultor da Sabesp.
Outra sugestão é instalar um redutor de vazão no equipamento. “Uma ducha normal gasta 25 litros de água por minuto. Com este pequeno e barato equipamento, apenas de 8 a 10 litros por minuto irão por ralo abaixo”, brinca Ronaldo.
Alem de economizar água, é fundamental reutilizá-la. Outra dica preciosa do consultor para o banho de chuveiro é colocar uma bacia ou uma piscininha de plástico sob os pés da criança. “Tanto esta água como a de uma banheira pode ser usada para lavar o banheiro, o vaso sanitário e o quintal”, recomenda. E os pequenos ainda podem se divertir na água com a torneira fechada.
O consultor diz que ensinar as crianças a economizar água é fácil. “Basta dar o exemplo. Funciona muito mais do que fazer discurso”, diz. Por isso, que tal começar a fechar a torneira para escovar os dentes, fazer a barba ou tomar banho? Não esqueça também de reutilizar a água sempre que possível.
Estas lições diárias, acompanhadas pelas crianças, poderão se transformar em hábitos saudáveis para as futuras gerações.

A delicada pele do rosto pede cuidados especiais para manter-se sempre bonita e saudável. E uma medida importante para isso é a hidratação diária. “Uma pele ressecada descama, não tem brilho nem viço. Sem contar que a hidratação ajuda a prevenir a formação de rugas precoces”, explica a dermatologista Liliana Bechelli, gerente médica da Natura.
Mesmo as peles acneicas e oleosas, diz a especialista, precisam de hidratantes ou produtos adequados para a manutenção da hidratação. “Geralmente, produtos formulados em gel, gel-creme ou fluídos livres de óleo são ideais.”
Não existe uma idade ideal para começar a hidratar a pele do rosto. Na verdade, quanto mais cedo, melhor. “A hidratação pode ser feita inclusive na adolescência, período no qual a pele tende a ser mais oleosa, devido ao maior estímulo hormonal. Basta usar produtos leves, não se esquecendo da limpeza e tonificação com produtos adequados,” afirma Liliana.
Em qualquer idade, a pele deve ser lavada e tonificada antes da aplicação do hidratante. Com isso, são removidos os poluentes, maquiagem, células mortas e a oleosidade que se acumulam na pele durante o dia, substâncias que dificultam a absorção dos princípios ativos dos hidratantes.
“O ideal é aplicar o produto depois do banho, pois a pele está limpa e úmida, o que favorece a absorção do hidratante. Em seguida, aplica-se o tônico com o auxílio de um algodão. Há no rosto um grande número de glândulas sebáceas. Se a limpeza da pele não for realizada teremos uma condição favorável ao desenvolvimento de cravos (comedões) e espinhas”, complementa.
Liliana lembra que pessoas com mais de 25 anos podem usar hidratantes com anti-sinais. “Assim como a nossa pele muda com a passagem do tempo, devemos adequar os hidratantes para as novas necessidades”, finaliza.

A queratina é fundamental para tratar cabelos ressecados e danificados, seja por fatores como sol e vento, ou ainda o uso de secador, chapinha e tinturas. Quando aplicada, essa proteína devolve força e vitalidade aos cabelos, uma vez que penetra no fio e o reconstrói por meio de suas cutículas.
O resultado são cabelos bonitos e macios, com balanço e aspecto saudável. Quem dá mais detalhes sobre o assunto é Federico Kladt, gerente de Desenvolvimento de Produtos para Cabelos da Natura, que também introduz o novo produto da marca: Natura Plant Choque Regenerativo, o primeiro desenvolvido com queratina vegetal.
Este ativo vegetal tem grande similaridade com a queratina humana, o que garante ainda mais benefícios e melhores resultados de regeneração do brilho em até duas semanas.
Quer saber mais sobre cabelos? Acesse o Blog Natura Cabelos: www.natura.net/cabelos
